terça-feira, 2 de setembro de 2008

Plantão



A Lydia pede pra avisar. Como confio no bom gosto dela, lá vai: o Sérvio Túlio é amigo dela, publicitário formado pela Universidade de Brasília (UnB), com pós em Comics em faculdade que fica em Angouleme, França (segunda ela a única do mundo!). O resto das informações estão no flyer acima. Mais uma vez, estou muito longe pra prestigiar.

Campanha


A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) completou 100 anos em abril e, entre as ações comemorativas, lançou uma espécie de campanha pelo correto uso da vírgula. Confesso que a evito o quanto posso. Prefiro períodos curtos. Me isentam do uso. Mas quando ela se faz necessária, não tem como fugir. Então vamos lá. Veja o que a ABI diz:
A vírgula pode ser uma pausa... ou não:
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro:
23,4%
2,34%

Pode ser autoritária:
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis:
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões:
Esse, Juiz, é corrupto.
Esse Juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução:
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião:
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Por uma vida menos ordinária



Há algumas semanas assisti Into the Wild e, volta e meia, me pego pensando nele: seja no trajeto para o trabalho, seja numa caminhada na floresta ou em momentos insones. A reação não é particular. Gente que viu me diz a mesma coisa. Muitos de nós temos um Alex Supertramp latejando. Não. Não resenharei detalhes do filme. Apenas me concentrarei no básico. Ele conta a história de um cara que um belo dia resolve mudar e fazer tudo que queria fazer, ou melhor: não fazer nada do que não queria fazer. Após terminar o college em 1990, ele doa seu dinheiro, joga o carro numa enchente relâmpago e queima os documentos para deixar de ser Christopher Johnson McCandless. A meta é ir para o Alasca e viver selvagemente. E ele consegue. Mas o que acontece antes, durante e depois disso é o que realmente interessa. Quem não gostou justificou que o filme é clichê ao mostrar um personagem em busca da felicidade. Mas o ser humano está em busca de que? Ah, e ela só existe quando é compartilhada. Assista e entenderá.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Kultur


Música eletrônica, teatro contemporâneo, arte-mídia e cinema atual constituíram a programação da Kulturfest Itinerante. A semana de cultura contemporânea alemã acontece de 28 a 31 de agosto. Detalhe: simultaneamente em 14 cidades brasileiras. O evento é uma iniciativa do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha e do Goethe-Institut, instituto oficial alemão para o intercâmbio cultural, em colaboração com importantes e engajados parceiros brasileiros. A assessoria de Comunicação em Goiânia foi feita pela super competente Lydia Himmen que, a propósito, é alemã.

Pelo mundo


  • Praga, capital da República Tcheca, é conhecida como a `cidade das cem cúpulas'. Para quem gosta de História, é um prato cheio: o patrimônio cultural é um dos mais extensos, belos e melhor conservados em toda a Europa.
  • Entre os artistas contemporâneos de Praga está o fotógrafo Jean Saudek. Sobrevivente de um campo de concentração perto da fronteira polonesa, ele vive e trabalha na cidade até hoje. Na cidade há ainda um museu com suas obras.
  • Em Zurique está localizado o restaurante vegetariano mais antigo de que se tem notícia. Trata-se do Hiltl. Ele completou nada menos que 110 anos em 2008.
  • Vegetariano também é um prato muito apreciados por vários povos asiáticos, o escorpião. Eles o fritam em óleo, a altas temperaturas, o que provoca uma reação química que neutraliza o veneno.
  • Cerca de seis milhões de pessoas visitam a torre Eiffel (foto) por ano. Projetada pelo engenheiro francês Gustave Eiffel – para a Exposição Universal, realizada em Paris em 1889 – ela é chamada de `dama de ferro` pelos franceses.
  • Na Bulgária, balançar a cabeça para o lado quer dizer sim. Já para cima e para baixo quer dizer não. Exatamente o contrário do que praticamos.
  • Os maiores consumidores de cerveja do mundo são os tchecos. São cerca de 160 litros de cerveja por habitantes, anualmente. Os alemães vêm em segundo lugar: mais ou menos 112 litros por pessoa todos os anos.