terça-feira, 21 de outubro de 2008

Bikes rule!


BFF Zurich / Trailer 2008 from BFF ZURICH on Vimeo.


O trailer acima resume um pouco do que é o Bycicle Film Festival que, acontece pelo oitava vez em várias cidades do mundo (Nova Iorque, Tóquio, Londres e Zurique - onde ele foi realizado de 16 a 19 desse mês - estão na seleta lista). Trata-se de uma celebração desse querido meio de transporte através do cinema, arte e música. Quem melhor define o festival é o diretor do evento, Brendt Barbur:
The Bicycle Film Festival celebrates the bicycle. We are into all styles of bikes and biking. If you can name it-Tall Bike Jousting, Track Bikes, BMX, Alleycats, Critical Mass, Bike Polo, Cycling to Recumbents- we've probably either ridden or screened it. What better way to celebrate these lifestyles than through art, film, music and performance? We bring together all aspects of bicycling together to advocate its ability to transport us in many ways. Ultimately the Fest is about having a good time.
Yeah, bikes rule!

Vi e gostei


O surrealismo é o mote do trabalho da fotógrafa norte-americana Elle Moss. A maioria de suas fotos são auto-retratos, o que ela justifica com uma frase de Frida Khalo: Eu pinto auto-retratos porque estou quase sempre sozinha, porque eu sou a pessoa quem eu melhor conheço. Boa fotógrafa e melhor ainda como manipuladora de imagens, Elle vende tudo pela internet. O cliente pode escolher o tipo de papel e outros detalhes. Acabei de descobri-la e anotei. Essa foto daí de cima, a que mais gostei, entrou para minha wishlist.
Onde mais achá-la:
http://www.flickr.com/photos/torchlightlms
ellemoss.blogspot.com
www.trunkt.org/ellemoss
ellemoss.deviantart.com

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Dica vintage



A Unique Vintage é uma loja online super fofa! A californiana Kate Echeverry, 32 anos, abriu a loja - que existe em versão 'física', na Magnolia Boulevard, em Burbank - há sete anos. Veja o que ela mesma diz no site:
Providing hip to classic vintage fashions for the top of the head down to the tip of the toes in a stylish, easy to navigate web store takes the hours of legwork out of finding vintage clothing for her customers. Ms. Echeverry selects the finest quality vintage clothing items and then displays them in her storefront windows online for shoppers. The vintage clothing phenomena isn’t really new at all, says Echeverry. “There has always been a loyal following of vintage enthusiasts of all ages. However, it seems that more and more people have learned how to blend vintage pieces into their wardrobe for a great, individual look. The latest trends seem to be 1950’s swing dresses and bohemian chic.”
Mesmo para quem não vai comprar, serve de inspiração para looks retrô. 

sábado, 18 de outubro de 2008

As garotas francesas


Alguns dias no sul da França foram suficientes para eu concordar que as francesas são realmente as mulheres mais elegantes do mundo:

- Elas vestem meia-calça!
Até as mais jovens, ao usar short ou mini, usavam e abusavam da peça - muito elegante, mas um pouco esquecida no Brasil. De preferência, transparentes, para proteger as pernas das amenas temperaturas da manhã ou da noite, e manter a elegância durante o dia. Luxo!
- Usam cabelos adoravelmente bagunçados.
Penteados com ar de quem prendeu-para-refrescar-a-nuca, mas na verdade feitos com capricho e tempo. Lindos!
- São realmente magras.
- Sabem se maquiar.
Elas têm a disposição alguns dos melhores produtos do mundo, e fazem questão de usá-los adequadamente.
- Não descem do salto.
Grande parte das francesas do sul desfilavam seus saltos, principalmente grossos e médios. O gosto pelo acessório - comum, aliás, a quase todas mulheres - eu conferi na confusão que enfrentei numa loja que liquidava lindos pares a pouquíssimos euros. Quem não estava de salto estava de sapatilha (e meia-calça. Olha ela de novo!). Tênis eu não vi, a não ser naquelas que voltavam do fitness.
- São femininas.
Sim, feminilidade é elegância.



quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Não faz mal


Adoro a campanha anual feita aqui na Suíça em prol da manteiga. Enquanto em algumas nações ela ainda é hostilizada - devido ao estigma de que derivados gordura animal são nocivos à saúde - aqui a história é outra. Ela é aclamada por ser um produto absolutamente natural, e que passa por poucos processos até chegar à mesa e cobrir o seu pão quentinho. Ou compor a lista de ingredientes do seu bolo. Ou, quem sabe, ser usada para dourar a cebola na frigideira. Receitas à parte, a campanha é muiiiito bacana. Para os cartazes foram fotografadas duplas, com cada pessoa segurando plaquinhas com as inscrições Ich esse Butter (Eu como manteiga) e Ich nicht (Eu não), respectivamente. Os da turma que comem são pessoais absolutamente normais e saudáveis, gente com quem se esbarra nas ruas. Já os que se negam a comê-la são gente como, por exemplo, a Barbie, ou aquele homem entupido de anabolizantes. Uma ótima idéia para mostrar que a margarina, mesmo sendo de origem vegetal, é totalmente artificial. E viva a manteiga!